Depois de muito tempo acampando no mesmo lugar, decidimos "sair de casa" ou seja, variar de local. Depois de  avaliar as muitas opções de locais, rumamos para Cascata das Andorinhas em Rolante. A condução para todos era um problema. Na época ñ pensávamos em alugar um Micro-ônibus ou Van, então dividimos o grupo em duas facções: os Boys, que iriam de carro, e os Locos que iriam "a pé".

Agendamos a saída para sábado mas com horários diferentes para cada grupo. No grupo Boy estavam Adriana, Tiago e Fernanda no Corsa do Duda;  Gordo, Larissa e Valesca estavam na Parati da Fabi. Esse grupo saiu por volta das 11 horas. O grupo que ia "a pé", saiu um pouco mais cedo, as 5 horas da manhã, sendo que chegamos na cascata por volta das 14 horas. Neste grupo fomos Alex, Maninho, Té e Eu (Angelo).

Mais empecilhos que nos alopraram impossível, pois de Porto Alegre fomos para Taquara, de Taquara  para Rolante, de Rolante nos obrigamos a pegar um táxi pois a distância dali até a cascata era de uns 24 km. Neste táxi, percorremos + ou - 12 km até uma ponte de ferro,dai em diante fomos andando com mochilas nas costas, debaixo de um sol escaldante e quase nenhuma sombra  para descansar. Como o pessoal do interior ñ tem muita noção de distância (disse um senhor a nós: - Ah! A cascata fica a uns 2 km a frente, logo ali depois da curva!) andamos mais uns 6 km !!

O grupo "Boy" cruzou conosco pela estrada, falamos por alguns instantes e continuamos a viagem que prosseguiu sem maiores problemas. Todo esse percurso foi feito no maior bom astral e num total de 2 horas e 30 min.

Chegando ao local, tratamos de descarregar a bagagem dos carros e procurar um lugar para nos instalarmos; isso foi difícil porque havia e deve haver pouquíssimo espaço para barracas ou pra qualquer outra coisa. Mesmo assim demos um jeito de acomodar todo mundo. Este acampamento em especial, foi regado a muita ceva e vinho, bebemos até cair (última vez que eu, Angelo, ingeri álcool), assamos uma boa quantidade de carne e nadamos  bastante.

Além da cascata, que é muito bonita, ñ a muito pra se ver ou fazer por lá, pois ela esta rodeada de inúmeras propriedades cercadas por morros muito altos; até lenha é difícil de se achar por lá.

Nossa volta (do grupo "a pé") foi tão complicada quanto a ida. Da cascata, fomos de carro com a Fabi até Rolante, de Rolante fomos para São Léo, em São Léo pegamos um ônibus da linha municipal que nos levou até o Metro, do Metro fomos até o centro de Porto Alegre e do centro pra casa.

O grupo "Boy" (os de carro) ñ tiveram nenhuma complicação importante, apenas uma Kombi em alta velocidade quase partiu o Corsa do Duda ao meio. Ñ houve colisão, mas o susto nos relatos que nos contaram foi muito grande.

Esta empreitada nos serviu de experiência, pois acampávamos no mesmo lugar faziam uns 3 anos e ñ conhecíamos muito além daquilo que já estávamos mais do que acostumados. Valeram deste camping: a caminhada, a beleza da cascata a  integração e companheirismo do grupo, em especial o grupo "a pé".

Tribo da Trilha - Grupo de Campismo

 

Salvem o Planeta !!!

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