Terremoto, em seguida uma Tsunami no Camping, ...putz... Como pode isso acontecer
Um simples acampamento de verão, muito azar destas pessoas...
Sentir a terra “tremer” e alguns minutos depois um “tsunami”, pobres pessoas..., muita destruição...

O sismo do Chile de 2010 ocorreu ao longo da costa da Região de Maule no Chile em 27 de fevereiro de 2010, às 3h34min na hora local, atingindo 8,8 na escala de magnitude de momento e durando três minutos. O terremoto foi sentido na capital Santiago com intensidade VII na escala de Mercalli (Muito Forte). Tremores foram sentidos em muitas cidades argentinas, incluindo Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e La Rioja. Outros foram sentidos mais ao norte, como na cidade de Ica no sul do Peru. Alertas de tsunami foram emitidos por 53 países, e uma tsunami foi registrada, com ondas superiores a 2,6 m, no mar de Valparaíso, Chile.
Sismologistas estimam que o terremoto tenha sido tão poderoso que o sismo teria encurtado a duração do dia em 1,26 microsegundos e deslocado o eixo terrestre em 8 cm.
O epicentro do sismo foi no mar da região de Maule, aproximadamente 8 km a oeste de Curanipe e 115 km a norte-nordeste da segunda maior cidade do Chile, Concepción. O terremoto também causou seichas que ocorreram no Lago Pontchartrain ao norte de New Orleans, Estados Unidos, localizadas a cerca de 7 600 km do epicentro do terremoto.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

João Paulo (m@ninho) 14/03/2010

jpwm@bol.com.br

 

 

Jornal ZERO HORA - Geral | 27/02/2010 | 15h36min

Porto Alegre/RS - Brasil

Atualizada às 21h23min

Leticia Barbieri | leticia.barbieri@zerohora.com.br

Comentário referente à reportagem publicada:

             “É lamentável que este tipo de coisa ainda aconteça, mas serve de alerta para todos que buscam estar junto à natureza, tudo tem limite, cada um é responsável pelas suas atitudes.

            A natureza deve ser respeitada, ela tem grandes proporções e isso deve ser levado em conta, além do mais cada um tem seu limite, ás vezes é melhor ser mais atento e agir de forma cautelosa em sinal de respeito, nestas horas o orgulho pessoal não tem valor, a vida é que vale.

            Fica aí um recado para os mais aventureiros: curta a natureza em sua tranqüilidade, usufrua-a corretamente observando todos seus limites.”

João Paulo (m@ninho) /03/2010

jpwm@bol.com.br

 
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Confira também nossos acampamentos nesta bela cidade que é Riozinho/RS

 

Cascata do Chuvisqueiro

Camping do Conduto

Camping do Conduto (selvagem)

Cascata do Chuvisqueiro

 

João Paulo (m@ninho) 30/05/2004

jpwm@bol.com.br

 
Aqui estão alguns significados de muitas palavras importantes do meio campista, foram tiradas do Dicionário Aurélio (aquele super completo).
ACAMPAR v.t. Militar Estabelecer, instalar em um campo. / Instalar-se de maneira provisória (na praia, no campo).
CAMPISMO s.m. Atividade esportiva ou turística que consiste em viajar e acampar ao ar livre em tendas ou carros-reboque.
CAMPISTA s.m. Pessoa que pratica o campismo. / Jogo de cartas.
CAMPISTA adj. e s.m. e f. Natural de ou relativo a Campos (RJ).
BARRACA s.f. Pequeno abrigo de madeira, lona, plástico etc. / Casa modesta e mal construída. / Tenda de campanha feita de lona. / Tenda de feira. / Fam. Grande guarda-sol de praia. / Bras. (RS) Casa que negocia com produtos da indústria pastoril.
TENDA s.f. Barraca portátil de pano grosso impermeabilizado, que se arma ao ar livre. - É usada para fins civis: acampamentos, piqueniques ou viagens, e militares. Pode ser individual ou para várias pessoas. A tenda mais comum é a de lona.

João Paulo (m@ninho) 15/08/2003

jpwm@bol.com.br

 

Programação Fórum Social Mundial 2003 
Acampamento da Juventude

O Acampamento Intercontinental da Juventude aconteceu entre os dias 18 a 29 de janeiro de 2003.

 

Mude o seu comportamento e preserve para o próximo

por João Paulo Lucena - jplucena@webventure.com.br

18/09/02

Quando se fala em "acampar", a quase totalidade das pessoas associa esta idéia à escolha de um local bucólico e tranqüilo longe das zonas urbanas, à montagem de uma barraca e, a seguir, à preparação de um círculo ao redor de uma fogueira, centro em torno do qual as pessoas reunir-se-ão para conversar, cozinhar e aquecer-se, repetindo um ritual de socialização quase inconsciente transmitido de geração em geração e cujas origens perdem-se no início da história humana.

Como de costume, a higiene pessoal e a limpeza dos utensílios de cozinha serão feitas na fonte de água mais próxima e os dejetos humanos depositados dentre a vegetação, atrás de uma pedra ou, em raras ocasiões, enterrados ou queimados.

Já há muito incutidas na nossa cultura, tais práticas tornaram-se um seríssimo problema ante o crescente interesse das pessoas pelas práticas de atividades denominadas outdoor e que, quando desprovidas de uma educação ecológica básica, passaram a engrossar fluxos massivos de visitantes dentro de limitadas áreas naturais.

Como conseqüência, acarreta uma sobre-exposição que muitas vezes o meio ambiente local não se encontra apto a resistir. Estas práticas não mais combinam com os modernos conceitos de proteção à natureza, exigindo uma profunda reeducação do indivíduo quanto aos hábitos tradicionalmente adotados no excursionismo, aí inclusos os acampamentos, caminhadas, escaladas, mergulhos e uma infinidade de outras atividades praticadas em áreas silvestres.

Mesmo que o excursionista tome todos os cuidados básicos quanto ao uso da água, o tratamento dos dejetos e o relacionamento com a fauna e a flora, tais precauções não mais são suficientes em vista do ecoturismo de massa praticado por uma crescente quantidade de visitantes. Estes percorrerão um incontável número de vezes uma mesma trilha, montando suas barracas sempre num mesmo local, fazendo a sua higiene no mesmo curso d´água, recolhendo lenha no mesmo bosque e fazendo uma nova fogueira em cada acampamento, as quais deixarão o ambiente por longo tempo crivado de cicatrizes negras onde o solo tornou-se estéril.

Veja-se como exemplo que todas estas imagens, tão familiares para nós, são hoje facilmente encontradas nos nossos Parques Nacionais, vários deles instituídos apenas de maneira legal mas sem o necessário plano de manejo e com insuficiente controle pelo Governo Federal.

Por longo tempo ainda iremos lembrar o incêndio que assolou boa parte do Parque Nacional de Itatiaia após originar-se em uma mal controlada fogueira acesa por incautos visitantes. Ou ainda as atuais discussões quanto ao conceito de vias de escalada "saturadas" ou não, ao uso de ancoragens fixas ou ao direito de "limpeza" de paredes objetivando preservar a rocha para as próximas gerações.

 

Coréia do Sul

Campismo no País da Copa

O futebol está tão em alta na Coréia do Sul que muitos torcedores chegam a acampar nos estacionamentos para comprar os últimos ingressos que seriam colocados à venda pela administração para o jogo contra a Seleção de Portugal, no Estádio de Incheon.

João Paulo (m@ninho)

16/06/2002

jpwm@bol.com.br

 

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